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Rodoanel
Desenvolvimento econômico e fluidez

 

O Rodoanel Mário Covas (SP 021) é uma obra fundamental para desafogar o intenso tráfego da região metropolitana, principalmente de caminhões. Dividido em quatro trechos – norte, sul, leste e oeste -, ele redefine a plataforma logística rodoviária de formato radial para anelar, interligando 10 rodovias que chegam à capital do Estado: Fernão Dias, Dutra, Ayrton Senna, Anchieta, Imigrantes, Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castello Branco, Anhangüera e Bandeirantes. Assim, os caminhões que antes trafegavam pela Marginal Pinheiros, ao passarem pela capital, podem cortar caminho pelo Rodoanel, agilizando entregas e melhorando a fluidez do trânsito.

Trecho Leste
O terceiro trecho do anel viário, o Rodoanel Leste, com 48,8 km de extensão, começou a ser construído em agosto de 2011 e tem previsão de término em 2014. O custo estimado para as obras é de R$ 5,4 bilhões. A construção desse trecho, de responsabilidade da iniciativa privada, não entra na conta de investimentos do Estado. O Rodoanel Leste estará disposto entre os municípios de Mauá e Arujá e dará acesso às rodovias João Afonso de Souza Castellano (SP-066), Ayrton Senna (SP-070) e Presidente Dutra (BR-116).

As obras do novo trecho devem gerar 3,5 mil empregos diretos e 14 mil indiretos. Com 43,5 quilômetros de extensão, o trecho integra uma importante ligação entre as principais rodovias que passam pela Região Metropolitana de São Paulo. A previsão é que a obra seja entregue em 2014. O trecho deve receber, diariamente, cerca de 24 mil veículos. Estima-se que entre 60% e 70% desse fluxo seja de veículos pesados, como caminhões.

A importância do novo trecho se reflete não só no desenvolvimento econômico do Estado, mas também no trânsito da Região Metropolitana de São Paulo, que deixará de receber tráfego com origem e destino nos sistemas rodoviários interligados pelo Rodoanel. Em conexão com o Trecho Sul e o Sistema Anchieta-Imigrantes, o Trecho Leste também viabiliza uma ligação mais rápida e eficiente com o Porto de Santos e o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O traçado do Trecho Leste corta seis municípios: Ribeirão Pires, Mauá, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá. A construção foi viabilizada pelo Programa de Concessões Rodoviárias de São Paulo.

Trecho Leste deve receber, diariamente, cerca de 24 mil veículos. Estima-se que entre 60% e 70% desse fluxo seja de veículos pesados, como caminhões.

Trecho Norte
Obra que completa o Rodoanel Mario Covas (SP-021), o trecho Norte, com 44 quilômetros, é umas das obras mais aguardadas no país, devido à sua grande relevância para o modal rodoviário nacional no transporte de cargas de alto valor agregado que passam por São Paulo. Estima-se que 65 mil veículos circulem diariamente pela rodovia, sendo 30 mil deles, caminhões (60% retirados da marginal Tietê).

Nos seus 44 quilômetros o trecho Norte, passando por São Paulo, Arujá e Guarulhos, liga o trecho Oeste, na confluência com a da avenida Raimundo Pereira Magalhães, antiga estrada Campinas/São Paulo (SP-332), com o Leste, na intersecção com a rodovia Presidente Dutra (BR-116). Além disso, possui ligação exclusiva de 3,6 km para o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O Governo do Estado de São Paulo contratou as obras com 23,1% de desconto frente ao valor de referência da licitação (R$ 5.080.191.168,55). O valor proposto pelas empresas é de R$ 3.906.504.764,55, que representou economia de cerca de R$1,2 bilhão. O contrato foi assinado em fevereiro de 2013.

 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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